Quando o "dar conta de tudo" adoece: A ciência por trás da exaustão feminina Por que as mulheres adoecem mais:
- Daniela Souza
- 9 de jan.
- 2 min de leitura
Atualizado: há 3 dias
O peso invisível Você já sentiu que, mesmo após uma noite de sono, o cansaço permanece? Ou que o seu corpo começou a manifestar dores, alergias ou problemas digestivos que os exames não explicam totalmente? Se a resposta é sim, saiba que você não está sozinha — e não é "coisa da sua cabeça".
Como terapeuta, vejo diariamente mulheres que chegaram ao seu limite físico e emocional tentando equilibrar as demandas da carreira, da casa, da família e das expectativas sociais. O que chamamos de "carga mental" é, na verdade, um combustível para o adoecimento.
Por que as mulheres adoecem mais?
O que dizem os dados? A ciência confirma o que sentimos na pele. Pesquisas indicam que as mulheres apresentam taxas significativamente mais altas de transtornos de ansiedade, depressão e doenças psicossomáticas do que os homens. Isso não se deve a uma "fragilidade", mas sim ao impacto prolongado da jornada dupla (e tripla) e do estresse crônico.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a prevalência de depressão é quase duas vezes maior em mulheres do que em homens. No Brasil, o IBGE aponta que mulheres dedicam, em média, quase o dobro de horas a cuidados de pessoas e tarefas domésticas do que os homens, o que cria um estado de "alerta constante" no sistema nervoso.
Sobrecarga feminina e adoecimento:
O corpo fala o que a boca cala. Quando não temos espaço para elaborar nossas emoções e limites, o corpo assume o protagonismo através da somatização. A exaustão mental se transforma em dor física. Buscar ajuda não é um sinal de falha, mas um ato de sobrevivência e o primeiro passo para recuperar o seu fôlego.
Você se sente sobrecarregada? Te ajudo a identificar e tratar essas raízes que tiram a leveza de viver. Vamos conversar!

Daniela Souza | Terapeuta holística - atendimento online e presencial em Divinópolis/MG



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